sábado, 26 de outubro de 2013

ERRO MÉDICO



JOAQUIM ESTEVES COELHO FOI VÍTIMA DE ERRO MÉDICO NO HOSPITAL DISTRITAL DE CHAVES

Após complicações graves decorrentes do EXAME tais como INCHAÇO GENERALIZADO, INCAPACIDADE DE SE LOCOMOVER, INAPATÊNCIA E DOR ABDOMINAL, os dirigentes do  Hospital Distrital de Chaves quando ele contraiu uma pneumonia GRAVE e por muita insistência da minha irmã MARIA TEREZA, decidiram trasladar o meu pai para a cidade do Porto de HELICÓPTERO. Eu estava no Rio de Janeiro acompanhando tudo por celular(Telemóvel).No Hospital de SANTO ANTÓNIO, o meu pai entrou em coma. Isso cerca de DEZ DIAS após a realização do maldito EXAME absolutamente DESNECESSÁRIO. O meu desespero no Brasil era paralisante e eu mesmo assim tinha que trabalhar. Eu sou professor.Durante cerca de 12 dias, o meu pai estava quase sempre em coma induzido. Não conseguia falar com ele. Ligava constantemente para a minha irmã e esperava encontrar o meu pai lúcido para falar com ele. A minha irmã dizia-me que ele sentia muita sede. Os médicos proibiram-no de ingerir líquidos. Sentia a sede que me meu pai sentia . Sofria muito por ele. Na minha casa colocava fotos do meu pai com luz. Iluminava as fotos do meu pai. Achava no meu desespero, que a luz lhe traria vida . Destarte, o meu pai piorava. O meu ódio para com a classe médica aumentava. Sei da arrogância que se apossa destes pobres coitados que se acham DONOS DA VIDA E DA MORTE. Principalmente quando aglutinam ARROGÂNCIA E PROVINCIANISMO. Os médicos do Hospital de Santo António do Porto faziam tudo que era possível para salvar o meu pai. Passei dias de extrema ANGÚSTIA, SÓ no Rio de Janeiro. Certo dia, ele estava lúcido e pude falar com ele. Foi a última vez. Disse-lhe que faria de tudo para punir os responsáveis e a última palavra do meu pai foi OBRIGADO. O meu pai faleceu dia 1 de MAIO DE 2005. De lá para cá a minha vida nunca mais foi a mesma. ODEIO VISCERALMENTE QUALQUER FORMA DE INJUSTIÇA. O Corporativismo da classe médica é conhecido internacionalmente. Os médicos cometem tantos erros que são obrigados a se acobertar. Senão leiam.

A MATEMÁTICA NÃO MENTE JAMAIS
Observem amigos e colegas:
Excelente estatística ...
Assunto muito interessante, tem um profundo sentido de verdade e coerência.
(A) O número de Médicos nos EUA é de 700.000.
(B) As mortes acidentais anualmente causadas por "erros médicos" são  120.000.
(C) Resulta que a proporção de mortes por Médico é de 0,171 (aritmética elementar)
Estatística: cortesia do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos USA.


AGORA PENSE:
(A)   O número de proprietários de armas legais dos EUA é 80 milhões.(Sim senhor, 80 milhões).
(B) O número de mortes acidentais por armas de fogo, por ano, considerados todos os grupos etários, é de 1.500.
(C) Portanto, o número de mortes acidentais, por proprietário de arma é, proporcionalmente de 0.0000188 (aritmética elementar também).
Estatística: cortesia do FBI

Assim, estatisticamente, os Médicos são aproximadamente 9.000 vezes mais perigosos do que os proprietários de armas legais.


Lembre-se: "As armas, sozinhas, não matam pessoas, mas os Médicos, sozinhos, sim."


FATO: Nem todo mundo tem uma arma, MAS, quase todo mundo tem, pelo menos, um Médico.


Isto significa que quem tem um Médico, tem 9.000 vezes mais chances de ser morto por ele do que por um proprietário de arma legal.
Por favor, alerte seus amigos para essa ameaça alarmante.

O EXAME MORTAL


O meu pai sempre foi um grande consumidor de café. Contudo, nunca consumiu bebidas alcoólicas e nunca fumou. NUNCA, eu disse. Levando em consideração a longevidade dos meus avós paternos e a vida regrada que meu pai levava, concluo que ele se preparou para viver muitos e longos anos. Aos 76 anos de idade, não tinha nenhuma das doenças típicas da terceira idade. O meu pai não tinha colesterol elevado, hipertensão, diabetes, problemas cardíacos, problemas ósseos,  problemas pulmonares, etc, etc. Tenho exames que podem comprovar o que afirmo. De vez em quando, tinha dores de estômago que passavam com a ingestão de algumas bolachas. Atribuo as dores de estômago aos cafés que ele tomava. Pois bem, foi disso que o meu pai morreu. O meu pai morreu de uma simples gastrite. Vocês acreditam? Conhecem alguém que tenha morrido de gastrite? O único problema que o meu pai apresentava por altura de sua morte, era uma gastrite. Sómente isto e isto é a mais pura expressão da VERDADE. Com sintomas de gastrite branda que não o impedia em absoluto de viver uma vida feliz, o meu pai, acompanhado de minha mãe, foi se encontrar com a morte. E o primeiro nome da morte é SIMÃO PEDRO PACHECO, médico de familia de meu pai no posto de saúde de Chaves. Este ínclito senhor, alegando que as imagens produzidas por uma Tomografia Computadorizada não estavam muito claras, mandou o meu pai para ser EXECUTADO no HOSPITAL DISTRITAL DE CHAVES. No referido Hospital o meu pai foi submetido a um exame complexíssimo e perigoso, que de tão intringado e esdrúxulo só se guardam as suas iniciais - C.P.R.E. Não queiram saber o que estas iniciais querem dizer porque não interessa. O fato é que após ter sofrido uma anestesia geral e sem maiores explicações, sem nem mesmo saber o que lhe estavam a fazer, o meu pai foi submetido ao tal C.P.R.E.